
Tic tac... despertador tocando. Trin, trin, trin... O telefone toca uma, duas, três vezes. Biii... Biii... As buzinas soam pelas ruas movimentadas, cheias de carros e motos. Pedestres correndo, nervosos e agitados. É assim. Cidade movimentada, barulho, milhares de pessoas, stress e muita pressa para cumprir todos os compromissos do dia.
Está ai! A palavra que ilustra muito bem o dia a dia urbano. Pressa. Telefone que não para de tocar, trânsito que não sai do lugar, buzinas, pessoas gritando. E o relógio? Ah! Esse não pára. Viramos reféns dos horários. Hora para acordar, hora para chegar ao trabalho, hora da reunião, hora do almoço, hora do retorno ao trabalho, mais uma reunião. Olha o atraso. Ufa! Quantas horas, mesmo? Final do dia. Hora de voltar para casa. Mas e o curso de inglês e a ginástica? É quarta-feira! Dia de chegar mais tarde. E o trânsito? A esse não.
Vivemos sob o comando do relógio. O dia fica pequeno diante de tantas tarefas a cumprir. O tempo já não é mais o mesmo. Tudo acontece muito rápido. E se não ficarmos de olho, pequenos detalhes passam despercebidos. Não conseguimos fazer tudo o que pretendíamos. Muita correria, muitas tarefas e pouco tempo. Hora? Ah! Essa sim. Hora do stress.
Tornamos adeptos do corre-corre, do barulho, da agitação e da agenda. Tudo é programado. Tudo cronometrado. A tempo e a hora. O primeiro na fila, o mais rápido na fala. Olha o desperdício do tempo. Tornamos viciados na tecnologia. Celulares, computadores, carros. Tudo para não perder a hora. Temos que saber das últimas notícias. Política, Economia, Esportes. Qual é a última novidade? Olha o prazo para a entrega do relatório. Acelera!
Angústia, depressão e fuga para tantos horários. Doentes da pressa. Olha a velocidade, olha os prazos, olha o tempo. Quarta-feira? Já não sabemos mais em que dia estamos. Dia 27? Final do mês? Não sei. O calendário está na sala ao lado. Não tenho tempo para olhar. Olha o relógio. Cadê? Psiu que horas são?
Está ai! A palavra que ilustra muito bem o dia a dia urbano. Pressa. Telefone que não para de tocar, trânsito que não sai do lugar, buzinas, pessoas gritando. E o relógio? Ah! Esse não pára. Viramos reféns dos horários. Hora para acordar, hora para chegar ao trabalho, hora da reunião, hora do almoço, hora do retorno ao trabalho, mais uma reunião. Olha o atraso. Ufa! Quantas horas, mesmo? Final do dia. Hora de voltar para casa. Mas e o curso de inglês e a ginástica? É quarta-feira! Dia de chegar mais tarde. E o trânsito? A esse não.
Vivemos sob o comando do relógio. O dia fica pequeno diante de tantas tarefas a cumprir. O tempo já não é mais o mesmo. Tudo acontece muito rápido. E se não ficarmos de olho, pequenos detalhes passam despercebidos. Não conseguimos fazer tudo o que pretendíamos. Muita correria, muitas tarefas e pouco tempo. Hora? Ah! Essa sim. Hora do stress.
Tornamos adeptos do corre-corre, do barulho, da agitação e da agenda. Tudo é programado. Tudo cronometrado. A tempo e a hora. O primeiro na fila, o mais rápido na fala. Olha o desperdício do tempo. Tornamos viciados na tecnologia. Celulares, computadores, carros. Tudo para não perder a hora. Temos que saber das últimas notícias. Política, Economia, Esportes. Qual é a última novidade? Olha o prazo para a entrega do relatório. Acelera!
Angústia, depressão e fuga para tantos horários. Doentes da pressa. Olha a velocidade, olha os prazos, olha o tempo. Quarta-feira? Já não sabemos mais em que dia estamos. Dia 27? Final do mês? Não sei. O calendário está na sala ao lado. Não tenho tempo para olhar. Olha o relógio. Cadê? Psiu que horas são?